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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Vídeo: Dr. Luiz Moura Defende Auto-hemoterapia para Aumentar a Imunidade e Curar Doenças

05/06/15 e atualizado em 08/06/18.

Esta técnica que retira sangue do paciente e o reinjeta no músculo para fortalecer o sistema imunológico conta com muitos defensores. Autoridades brasileiras, porém, não reconhecem o procedimento e afirmam que ele não tem comprovação científica.

Para quem ouve falar pela primeira vez da técnica, a auto-hemoterapia até parece coisa de outro mundo. Trata-se da retirada de uma pequena quantidade de sangue e a injeção do líquido de volta para o corpo por meio do tecido muscular, nas nádegas ou nos braços. No entanto, o procedimento, que motiva depoimentos entusiasmados na internet, obedece uma lógica simples. Segundo seus defensores, ele consegue aumentar o número de macrófagos, as células da linha de frente do sistema imunológico. O reforço na defesa do organismo complementaria o tratamento para diferentes condições de saúde. A explicação é sustentada por estudos científicos. Porém, segundo as instituições brasileiras de segurança em saúde, faltam comprovações científicas do tratamento, que não tem reconhecimento formal como terapia médica.

Algumas pesquisas afirmam que a auto-hemoterapia surgiu há mais de 2.500 anos, na China. Massagens fortes beliscavam a pele, causando rupturas em pequenos vasos e estimulando as defesas do local a ser tratado.

Uma rápida pesquisa na base de dados científicos dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (PubMed – National Library or Medicine) mostra um conjunto de publicações sobre o tema. Uma delas, divulgada no verão de 1997 no Journal of Alternative and Complementary Medicine, mostra o uso de auto-hemoterapia para o tratamento de infecções por herpes. Vinte e cinco pacientes com o vírus receberam uma transfusão de 10ml de sangue autólogo nos glúteos. A resposta favorável de 100% ocorreu em 20 pacientes submetidos à técnica no prazo de sete semanas do início dos sinais clínicos e de outro que a recebeu em um intervalo de nove semanas. “Não ocorreram sinais ou sintomas adversos do tratamento. A terapêutica foi demonstrada como eficaz na eliminação de sequelas clínicas nesses casos de infecções de herpes e esses resultados justificam investigação clínica mais rigorosa”, conclui o trabalho liderado por J. H. Olwin, do Centro Médico de St. Luke, em Chicago.

Segundo Ida Zaslavsky, autora do livro Auto-hemoterapia: um bom passo maior que a perna, uma pessoa com herpes passa por um ciclo viral que só ocorre quando a imunidade está baixa. “Aumentando a imunidade, ela tem um recurso maior para combater o agente infeccioso...”, explica Ida, graduada em enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

De acordo com ela, não há contraindicação. “É o sangue da própria pessoa, não são injetados nenhuma química, nenhum outro organismo. Ao receber a informação de que entrou algo estranho (o sangue do próprio paciente) no músculo, o corpo dispara um estado de alerta para a imunidade. As células de defesa se multiplicam, se quadriplicam.” Ela lembra que o primeiro trabalho nacional sobre o assunto foi publicado em março de 1940 pelo cirurgião Jessé Teixeira, na revista Brasil-Cirúrgico, da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.

Shakman conta que a terapia já foi reconhecida como um procedimento médico legítimo, mas caiu em desuso, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, com o avanço da indústria farmacêutica, que, na opinião do médico, teria interesse em manter a metodologia sem reconhecimento legal, uma vez que ela tem custo mínimo.


Dr. Luiz Moura defende que a auto-hemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo do mesmo paciente. Afirma que esse procedimento estimula o sistema retículo-endotelial, quadruplicando os macrófagos que são responsáveis por encontrar e remover elementos indesejados em todo organismo. 

A técnica consiste na retirada de sangue de uma veia do braço, comumente da prega do cotovelo, na quantidade de 5 mL a 20 mL, na dependência da gravidade da doença a ser tratada, aplicando, então, por via intramuscular, no braço ou região glútea. Este procedimento eleva o número de macrófagos durante cerca de 7 dias, passando de 5% a 22% em 8 horas, assim permanecendo por cinco dias, e declinando nos 2 dias seguintes para valores normais. A taxa normal ocorre quando não mais existe sangue no músculo.


Em uma pesquisa realizada em busca de pessoas que disseram ter sido curadas ou terem apresentado melhora através da terapia, as que mais foram citadas entre os pacientes foram:
  • Acne
  • Asma, Rinite, Bronquite e Alergias
  • Psoríase
  • Doença de Crohn
  • Lupus
  • Artrite Reumatoide
  • Cistos
  • Hipertensão
  • Hepatite C
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Poliomiosite
  • Escaras
  • Depressão
  • Amigdalite
  • Febre Reumática
  • Gota
  • Disritmia e Convulsões (Epilepsia)
  • Dores e Processos Inflamátórios
  • Herpes
  • Distúrbios Circulatórios e Processos Inflamatórios
  • Úlceras de Cólon
  • Diabetes
  • Glaucoma
  • Hipertensão

Nestes sites 1, 2 e 3 podem ser visualizados diversos relatos de cura ou melhora com a auto-hemoterapia.
Se quiserem procurar por uma doença específica é só pressionar ao mesmo tempo as teclas do computador Ctrl+F, digitar a doença e pressionar enter (mais de uma vez) para encontrar os resultados.

Acesse uma lista de terapeutas que aplicam auto-hemoterapia aqui e aqui.

Observações minhas, Sílen:
  1. Minha mãe tem artrite e problema circulatório e realiza a auto-hemoterapia (AHT) com 10 ml de sangue 1 vez por semana, e desde então, teve uma melhora significativa na circulação das extremidades (pés e mãos), a artrite dos dedos das mãos estacionou e raramente fica doente. Ela também não toma a nociva e ineficaz vacina da gripe e tem 62 anos de idade e raramente fica gripada.
  2. A AHT pode ser realizada por um enfermeiro.
  3. Para viabilizar a visualização de veias difíceis, pode-se utilizar uma lanterna com luz de LED sobre as mesmas.

Referências:

https://www.youtube.com/watch?v=aNfO69KZcGw